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sábado, 3 de setembro de 2011

Trip Chapada dos Veadeiros - Rumo ao mundo encantado das superações.

Esta é uma publicação muito especial, regada de histórias, verdade e sentimento:

1. A primeira viagem (não aérea)  acompanhado por meu par perfeito, meu extremo natural - Tania Albareda.
2. O início de uma nova fase em se tratando de estilo de ecoviagens. A primeira off road 4x4.
3. Uma viagem propositalmente escolhida para ser a primeira em muitos aspectos. Ela é repleta de significados. Engloba histórias inesquecíveis. 
Em 19.04.09 tive uma de minhas aventuras de moto interrompidas por um grave acidente. Para resumir a história costumo dizer que foi tão grave que a moto que é feita de ferro e aço ( Honda Varadero) não sobreviveu - PT (Perda Total),  fui "esquecido" e salvo na maca no corredor de um Pronto Socorro, perdi completamente a memória, perdi minha identidade ( e não foi o documento), fui transferido a S.Paulo em U.T.I. aérea depois de 15 dias na U.T.I de um hospital escola, usei fraldas... Puts! Longa e riquíssima história que dividirei os inúmeros por MAIORES em um livro ou post que será posteriormente publicado.

Enfim, resolvi me dar de presente ( Meu aniver é dia 09.09 ) o fim desta viagem que foi "acidentalmente" interrompida e divido a alegria e o prazer de estar nestes maravilhosos lugares, diga-se de passagem, muito bem acompanhado a quem publicamente agradeço pelo amor, cuidado, atenção, confiança, força, apoio e alegria.
Seguem informações, fotos e histórias desta saga.
5 da manhã em S.Paulo
Malas na XuXinha ( Nissan X-Terra).
Primeiro e lindo nascer do sol na estrada.
Prometendo que o dia seria brilhante, com o perdão da redundâcia.
Não sabia e não lembrava que no caminho de São Paulo a Brasília passavamos pelo Rio de Janeiro ...
 
pela ponte Rio - Niterói. :-)
Brincadeiras a parte, trata-se de estátua e ponte férrea as margens da Rodovia Anhanguera próximos a Pirassununga.
Esta placa me remeteu a  lembranças díficeis, no mínimo "dolorosas" de um passado não muito distante.
*Memória póstuma a companheira e guerreira de estrada - Vera (Honda Varadero)
E que conscientemente enfrentada tem HOJE outro profundo significado:
A ALEGRIA e a consciência de merecer o presente magnífico e Divino que é a VIDA.
Poder estar novamente na estrada...
Da vida...
Fazer homenagens irônicas/brincar:
Lembranças aos grandes amigos:  Fuad Aidar, Roger Yapudjian e Márcio Albuquerque.
Agradecer por poder fazer coisas simples como dirigir...
Compartilhar...
Deliciar...
Admirar...
Amar...
Retratar...
Enfim... VIVER!
Iniciar o dia com a luz explendorosa e energizante do sol e finalizar com ele (cumprindo o prometido) é a evidência maior que somos privilegiados.
Merece agradecimento e compartilhamento não só de histórias, mas de filosofias de vida, de sentimentos:.

APROVEITE SEU PRESENTE DIVINO ( SUA VIDA ) COM AMOR, INTENSIDADE E PLENITUDE.

APROVEITE O AGORA! O HOJE! 
DA MELHOR FORMA POSSÍVEL.

 FAÇA DE SUA VIDA UMA PRECE. DE SEUS ATOS, ORAÇÕES.

PERMITA-SE!

SEJA FELIZ!

ACREDITE: É PERFEITAMENTE POSSÍVEL.
FAÇA A SUA PARTE, SEJA MERECEDOR(A).

sábado, 6 de agosto de 2011

Passeio - Estrada dos Romeiros - SP

Literalmente, o 1o. passeio, o 1o. Curta metragem (distância/km).

A SP 312 é a antiga "Estrada de Itu", aberta em tempos remotos e adaptada ao trânsito de automóveis na gestão do Presidente do Estado de São Paulo (Governador) Washington Luiz. Seu traçado foi cercado por aglomerações urbanas em seu trecho inicial, compreendido pelas Avenidas Vital Brazil e Corifeu de Azevedo Marques (em São Paulo, Capital), mudando para Avenida dos Autonomistas em Osasco, Estrada dos Romeiros em Santana de Parnaíba, passando ainda por Pirapora do Bom Jesus, Cabreúva, e finalmente Itu, o seu ponto final. Margeia em toda a sua extensão o vale dos Rios Tietê e Pinheiros.
É Caminho antigo e histórico do Estado de São Paulo. ( Fonte: Wikipédia )


"A Estrada dos Romeiros começa em Barueri, na Grande São Paulo e termina em Itú. O trecho mais sinuoso e divertido tem aproximadamente 65 km, de Santana do Parnaíba a Cabreúva. É um roteiro freqüentado por católicos, que fazem procissões a cavalo e a pé em datas comemorativas. Algumas etapas de torneios de ralis universitário também foram realizadas por ali. No lançamento do Polo reestilizado em 2006, A Volks utilizou o trecho para demonstrar a rigidez torcional do carro.
Partindo de São Paulo, pegue a rodovia Castello Branco e pegue a saída 26B. Cruze a cidade de Barueri em direção a Santana do Parnaíba (o roteiro é bem sinalizado). De lá basta seguir as placas em direção a Cabreúva. Há alguns restaurantes de comidas regionais pelo caminho, especialmente em Cabreúva e Itu, esta a maior cidade da região.

Cuidado com animais e pontes estreitas onde normalmente passam um carro por vez.

Cuidado também com motociclistas. Não é raro passar por alguns na estrada, ou melhor, eles passarem por nós.  
Há lugares para fazer lanches no caminho.



A natureza mostra a sua força e beleza.

 
Há boas áreas de descanso no trajeto, onde é possível parar para apreciar a paisagem.



É possível estar em pouco tempo, cerca de 2 horas em São Paulo.
Via Rodovias Anhanguera e / ou Bandeirantes.


Atenção especial - Como o próprio nome da estrada diz, é comum se defrontar com romarias de vários tipos ( pessoas, charretes, cavalos...). Portanto, esteja atento(a) e cuidado redobrado com a velocidade.


Colaboradores: Fuad Aidar, Márcio Albuquerque, Luiz Roberto Neto e Michel Paiva.


Avaliação.
É possível entender melhor o significado da avaliação indo até a publicação efetuada em Jul/11 - "Primeiros passos". O arquivo/menu do blog fica no canto superior esquerdo da página inicial.
Reiteramos que a avaliação é pertinente ao(s) local(is) no(s) dia(s) em que acontece(m) o(s) passeio(s) e de acordo com parâmetros e pontos de vista pessoais, que naturalmente podem ser diferentes dos seus.
No mínimo, tal avaliação é um incentivo para que conheça o lugar e tire as suas próprias conclusões.
Se for possível registra-las através de comentário no blog, ficaremos gratos. Desta forma estará dividindo com todos os demais visitantes e será um prazer publicá-la.
Fique inteiramente a vontade. O espaço naturalmente é seu!  

1. Público - Tipo de frequência: 
*****   Miscelânea ( Tem de tudo um pouco.)
2. Belezas (naturais ou não) do local:
***        Belo
3. Distância ( Partindo da cidade de São Paulo )
*           100 a 500 km 
4. Hospedagem ( Oferta do tipo )
****     Tem de tudo um pouco ( tem que ter paciência, mas arruma )
5. Investimento/dia para conhecer local/região:
$ - de 0 a 300


Lembramos que a intensão da avaliação é ajudar. Ressaltamos que são pontos de vista, oriundos de circunstâncias do momento e de parâmetros pessoais. Podem e devem haver divergências. Sejam elas quais forem, entendemos e as respeitamos. No mínimo, a avaliação é um incentivo para que conheça o local/lugar e tire as suas próprias conclusões.

sábado, 2 de julho de 2011

Avaliação Padrão

A avaliação é pertinente ao(s) local(is) no(s) dia(s) em que acontece(m) o(s) passeio(s) e de acordo com parâmetros muito particulares, que naturalmente podem ser parecidos ou diferentes dos seus.
No mínimo, tal avaliação é um incentivo para que conheça o lugar e tire as suas próprias conclusões.



1.      Público - Tipo de frequência:
* Quase miseráveis 
** Humildes
*** Classe média 
**** Alta classe ou querendo ser J
***** Miscelânea ( Tem de tudo um pouco.)
2.      Belezas (naturais ou não) do local:
* Feio
** Comum
*** Belo
**** Lindo
***** Miscelânea ( Tem de tudo um pouco.)

3.      Distância ( do percurso do dia ):
* até 300 km 
** 300 a 600 km
*** 600 a 1000 km
**** 1000 a 3000 km
***** Acima de 3000 km

4.      Hospedagem no local ou redondezas - 5 km:
:- ( Nenhuma - Não há
* Sem opção ( é lá ou lá )
** Pouquíssimas opções ( 2 )
*** Poucas opções ( 3 a 5 )
**** Tem de tudo um pouco ( acima de 5 )
***** Tem de tudo e muito ( escolha e seja feliz )

5.      Investimento/dia para conhecer local/região:
$ - de 0 a 300
$$ - de 300 a 700
$$$ - de 700 a 1000
$$$$ - de 1000 a 3000
$$$$$ - acima de 3000

Lembramos que a intenção da avaliação é auxiliar. Ressaltamos que é um mero ponto de vista oriundo de circunstâncias do momento e de parâmetros pessoais. Podem e devem haver divergências por infinitas possibilidades. Sejam elas quais forem, entendemos e as respeitamos.
No mínimo, a avaliação é um incentivo para que conheça o local/lugar e tire as suas próprias conclusões.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

1o. Passeio - Atibaia. Teste off road na Pedra Grande.

"Tinha uma Pedra no Caminho"


No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.


Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra
Com todo o respeito ao grande poeta, neste caso não tinha e nem havia, há uma pedra no caminho e é grande".


Um pequeno teste off road para o carro e para o piloto, um aperitivo antes de grandes jornadas e aventuras...


A Pedra Grande é um dos pontos turístico de Atibaia, se localiza a 1.450 metros acima do nível do mar. No alto de uma colina, aflora um enorme monólito que proporciona um excelente local para a prática de asa delta, para-glider, escalada, rappel e mesmo de um magnífico mirante para toda Atibaia e regiões vizinhas a ela.
A partir da Pedra Grande é possível ver, em dias com boa visibilidade, sete municípios.
Existem dois acessos principais que levam ao cume da Pedra Grande, um para carros e outros através de trilhas: - Acesso para carros: Na Rodovia D. Pedro I - SP-065 sentido Jacareí, pegue à direita no primeiro retorno após passar por Atibaia (após passar a ultima entrada). Você vai ter acesso a uma rua de terra, a partir desse ponto tem-se placas indicativas até o cume. O trajeto possui aproximadamente 10 km. - Acesso via trilhas: existem 3 trilhas principais, catalogadas, que levam ao cume da Pedra Grande. Todas partem a partir de um mesmo ponto, situado no final do Bairro Arco-Iris, bairro que fica em frente ao Pouso de Asa Delta. As 3 trilhas são: Minha Deusa (aprox. 2,4 km), Mangueira (aprox. 2,6 km) e Monges (aprox. 3 km), que seguem caminhos: à esquerda, centro e direita a partir de seu início comum. O ideal para subidas é sair cedo e sempre levar água consigo, para evitar desidratação. Nas trilhas Minha Deusa e Mangueira, tem-se 2 nascente de água (potável?). Caso sua pela trilha dos Monges (considera a mais bonita), para se ter acesso à nascente, dever-se-a retornar uns 15 minutos quando esta se encontra com a Mangueira.
Inaugurado em 2008 num dos pontos mais aconchegantes e belos do município, o Teleférico de Atibaia, liga o Lago do Major à parte alta do município, num percurso de 550 m, passando por sobre o lago, sobre o balneário, sobre um lindo espelho d’água, próximo ao Centro de Convenções e, ainda, com uma bela vista da paisagem local e do Morro da Pedra Grande.
Com equipamento de última geração, proporciona um agradável convívio com a natureza, com muita segurança e tranquilidade.
Juntamente com o "passeio de charrete", é uma boa opção de lazer para os turistas, bem como para os habitantes de Atibaia.
Juntamente com o "passeio de charrete", é uma boa opção de lazer para os turistas, bem como para os habitantes de Atibaia.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
























Me pergunto: de onde veio este feiche de luz?

Do pássaro? Enfim, é evidente que esta foto embassada não é de um profissional, ou seja, é minha. Resolvi posta-las devido a serem intrigantes, no mínimo.  






Voltando a São Paulo, sugerimos passar pela serra da Cantareira via Estrada da Roseira em Mairiporã. A estrada tem boa sinalização e é muito sinuosa, demanda cuidado e atenção redobrada. Há vários barzinhos no decorrer dela, escolha um do seu agrado e aproveite o visual e as peculiaridades.












As melhores fotos são do exímio fotógrafo Márcio Albuquerque a quem faço agradecimento pelo trabalho, pela companhia e principalmente pela amizade.




Avaliação.
É possível entender melhor o significado da avaliação indo até a publicação efetuada em Jul/11 - "Primeiros passos". O arquivo/menu do blog fica no canto superior esquerdo da página inicial.
Reiteramos que a avaliação é pertinente ao(s) local(is) no(s) dia(s) em que acontece(m) o(s) passeio(s) e de acordo com parâmetros e pontos de vista pessoais, que naturalmente podem ser diferentes dos seus.
No mínimo, tal avaliação é um incentivo para que conheça o lugar e tire as suas próprias conclusões.
Se for possível registra-las através de comentário no blog, ficaremos gratos. Desta forma estará dividindo com todos os demais visitantes e será um prazer publicá-la.
Fique inteiramente a vontade. O espaço naturalmente é seu!  


1. Público - Tipo de frequência: 
*****   Miscelânea ( Tem de tudo um pouco.)
2. Belezas (naturais ou não) do local:
***        Belo

3. Distância ( Partindo da cidade de São Paulo )
*           100 a 500 km 
4. Hospedagem no local ou redondezas - 5 km
****     Tem de tudo um pouco ( tem que ter paciência, mas arruma )
5. Investimento/dia para conhecer local/região:
$ - de 0 a 300


Lembramos que a intensão da avaliação é ajudar. Ressaltamos que são pontos de vista, oriundos de circunstâncias do momento e de parâmetros pessoais. Podem e devem haver divergências. Sejam elas quais forem, entendemos e as respeitamos. No mínimo, a avaliação é um incentivo para que conheça o local/lugar e tire as suas próprias conclusões.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Fato: A vida é repleta de escolhas, portanto vamos a uma delas...

Quando fazemos contato com nossa essência tudo na vida fica impressionantemente claro. 
Transparente ficou para mim o quanto as viagens e passeios são importantes, recarregam energias. É combustível  para vencer desafios que a maravilhosa vida impõe. 
Enfim, consciente disso veio o questionamento - como retomar? De moto não seria mais possível por diversos motivos. Olhando fotos de viagens decidi: de carro, adoro estrada.
Qual carro? Teria que ser um apropriado para grandes viagens, grandes distâncias. De preferëncia para o meio do mato - ecoturismo puro. Um 4x4.
Enfim, depois de incontáveis testes drive ...
 Decidi e fui retirar o carro na garupa da moto de um grande companheiro de inúmeras viagens - Fuad Aidar e quem aperece para dar o aval... ele - o fascinante sol. 
Enfim, apresento a decisão:
 
NISSAN
X-TERRA
 Ou  XuXa
 E bora lá: Ilarilarie... ô... ô... ô
Estradas pra que te quero... e como quero.
Ahhh!! Um detalhe interessante, a placa da XuXa tem as letras KHV - Kareca, Hora de Viajar...


O Xterra é um utilitário esportivo da Nissan.
O Xterra chega em versão única, SE, recheada de equipamentos. Traz ar-condicionado, direção hidráulica, freios ABS e volante com regulagem de altura e distância. Além do nome Xterra (pronuncia-se "écs-terra"), o visual também reforça a ligação do carro com os caminhos que o asfalto não alcançou. Pára-choques e grande dianteira de plástico cinza, rack no teto - que conta com um cesto para transportar objetos -, estribos laterais, máscara no farol e tomada de ar sobre o capô dão o tom da conversa.
O Xterra vai bem no fora-de-estrada, apesar de perder pontos para o Defender 110, que além de contar com bloqueio do diferencial central leva vantagem nos ângulos de ataque e de saída - respectivamente, 51 e 34 graus para o Defender, contra 34 e 29 graus do Xterra. A tração 4x4, com a opção de reduzida, os 23,5 centímetros de altura em relação ao solo - 2 a mais que no rival - e o bom curso da suspensão permitem ao Xterra enfrentar terrenos irregulares, sem reclamar.
O 2.8 turbodiesel entrega 34,7 kgfm de torque, antes das 2000 rpm. Isso significa que o motorista conta com força suficiente para superar os obstáculos de uma trilha. Esse torque também ajuda numa rápida ultrapassagem na estrada. Nos testes de retomada, em nossa pista de testes, o Xterra se saiu bem. O jipe levou 6,5 segundos para ir de 40 a 80 km/h em terceira marcha, enquanto um Santana Jalapão, por exemplo, medido em janeiro deste ano, precisou de 8,1 segundos.
Na cidade, o desempenho não é tão elogiável. Apesar da boa marca de 14 segundos na aceleração de 0 a 100 km/h, o comportamento do carro não agradou. O Xterra utiliza a plataforma da Frontier cabine simples, mas é 32,9 centímetros menor, 10 mais largo e 24,3 mais alto. E a engenharia, quando projetou o utilitário, manteve a mesma suspensão da picape. Ou seja, braços triangulares independentes na dianteira e feixe de mola semi-elíptico na traseira. O resultado não poderia ser diferente: o Xterra pula feito uma Frontier. Ainda mais porque o acerto dado às molas e amortecedores é rígido, para oferecer segurança em curvas. Na picape, que tem caçamba, existe o argumento da necessidade de se transportar carga. Mas no Xterra não. E haja rim para suportar os solavancos em nossas ruas cheias de quebra-molas e buracos. A estabilidade, que agradou na terra, também ficou comprometida no asfalto.
As semelhanças com a Frontier se estendem para o interior da cabine. O painel de instrumentos é idêntico. No entanto, pela posição dos bancos, a ergonomia do Xterra fica mais bem resolvida. Tudo está à mão, com destaque para os comandos giratórios do ar-condicionado e para a alavanca do câmbio, que fica mais próxima do motorista que na picape. A iluminação em branco é agradável ao olhos. Para as viagens longas o Xterra oferece um descansa-braço central, que se abre em um porta-trecos. Há bastante espaço para quem viaja no banco de trás - ao contrário do que costuma ocorrer nas picapes de cabine dupla. O Xterra é generoso para as pernas, joelhos, ombros e cabeça dos ocupantes. Isso sem falar na vista, já que o banco traseiro fica em posição mais elevada que o dianteiro. A única reclamação que pode vir dos passageiros de trás - e isso não é exclusividade deles - é quanto ao elevado nível de ruído do motor. O turbodiesel canta como barítono em noite de estréia. Em ponto-morto, são 52 decibéis, com os vidros fechados. Em rotações mais elevadas, o ruído interno beira os 80 decibéis. Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.