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quinta-feira, 9 de junho de 2011

1o. Passeio - Atibaia. Teste off road na Pedra Grande.

"Tinha uma Pedra no Caminho"


No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.


Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra
Com todo o respeito ao grande poeta, neste caso não tinha e nem havia, há uma pedra no caminho e é grande".


Um pequeno teste off road para o carro e para o piloto, um aperitivo antes de grandes jornadas e aventuras...


A Pedra Grande é um dos pontos turístico de Atibaia, se localiza a 1.450 metros acima do nível do mar. No alto de uma colina, aflora um enorme monólito que proporciona um excelente local para a prática de asa delta, para-glider, escalada, rappel e mesmo de um magnífico mirante para toda Atibaia e regiões vizinhas a ela.
A partir da Pedra Grande é possível ver, em dias com boa visibilidade, sete municípios.
Existem dois acessos principais que levam ao cume da Pedra Grande, um para carros e outros através de trilhas: - Acesso para carros: Na Rodovia D. Pedro I - SP-065 sentido Jacareí, pegue à direita no primeiro retorno após passar por Atibaia (após passar a ultima entrada). Você vai ter acesso a uma rua de terra, a partir desse ponto tem-se placas indicativas até o cume. O trajeto possui aproximadamente 10 km. - Acesso via trilhas: existem 3 trilhas principais, catalogadas, que levam ao cume da Pedra Grande. Todas partem a partir de um mesmo ponto, situado no final do Bairro Arco-Iris, bairro que fica em frente ao Pouso de Asa Delta. As 3 trilhas são: Minha Deusa (aprox. 2,4 km), Mangueira (aprox. 2,6 km) e Monges (aprox. 3 km), que seguem caminhos: à esquerda, centro e direita a partir de seu início comum. O ideal para subidas é sair cedo e sempre levar água consigo, para evitar desidratação. Nas trilhas Minha Deusa e Mangueira, tem-se 2 nascente de água (potável?). Caso sua pela trilha dos Monges (considera a mais bonita), para se ter acesso à nascente, dever-se-a retornar uns 15 minutos quando esta se encontra com a Mangueira.
Inaugurado em 2008 num dos pontos mais aconchegantes e belos do município, o Teleférico de Atibaia, liga o Lago do Major à parte alta do município, num percurso de 550 m, passando por sobre o lago, sobre o balneário, sobre um lindo espelho d’água, próximo ao Centro de Convenções e, ainda, com uma bela vista da paisagem local e do Morro da Pedra Grande.
Com equipamento de última geração, proporciona um agradável convívio com a natureza, com muita segurança e tranquilidade.
Juntamente com o "passeio de charrete", é uma boa opção de lazer para os turistas, bem como para os habitantes de Atibaia.
Juntamente com o "passeio de charrete", é uma boa opção de lazer para os turistas, bem como para os habitantes de Atibaia.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
























Me pergunto: de onde veio este feiche de luz?

Do pássaro? Enfim, é evidente que esta foto embassada não é de um profissional, ou seja, é minha. Resolvi posta-las devido a serem intrigantes, no mínimo.  






Voltando a São Paulo, sugerimos passar pela serra da Cantareira via Estrada da Roseira em Mairiporã. A estrada tem boa sinalização e é muito sinuosa, demanda cuidado e atenção redobrada. Há vários barzinhos no decorrer dela, escolha um do seu agrado e aproveite o visual e as peculiaridades.












As melhores fotos são do exímio fotógrafo Márcio Albuquerque a quem faço agradecimento pelo trabalho, pela companhia e principalmente pela amizade.




Avaliação.
É possível entender melhor o significado da avaliação indo até a publicação efetuada em Jul/11 - "Primeiros passos". O arquivo/menu do blog fica no canto superior esquerdo da página inicial.
Reiteramos que a avaliação é pertinente ao(s) local(is) no(s) dia(s) em que acontece(m) o(s) passeio(s) e de acordo com parâmetros e pontos de vista pessoais, que naturalmente podem ser diferentes dos seus.
No mínimo, tal avaliação é um incentivo para que conheça o lugar e tire as suas próprias conclusões.
Se for possível registra-las através de comentário no blog, ficaremos gratos. Desta forma estará dividindo com todos os demais visitantes e será um prazer publicá-la.
Fique inteiramente a vontade. O espaço naturalmente é seu!  


1. Público - Tipo de frequência: 
*****   Miscelânea ( Tem de tudo um pouco.)
2. Belezas (naturais ou não) do local:
***        Belo

3. Distância ( Partindo da cidade de São Paulo )
*           100 a 500 km 
4. Hospedagem no local ou redondezas - 5 km
****     Tem de tudo um pouco ( tem que ter paciência, mas arruma )
5. Investimento/dia para conhecer local/região:
$ - de 0 a 300


Lembramos que a intensão da avaliação é ajudar. Ressaltamos que são pontos de vista, oriundos de circunstâncias do momento e de parâmetros pessoais. Podem e devem haver divergências. Sejam elas quais forem, entendemos e as respeitamos. No mínimo, a avaliação é um incentivo para que conheça o local/lugar e tire as suas próprias conclusões.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Fato: A vida é repleta de escolhas, portanto vamos a uma delas...

Quando fazemos contato com nossa essência tudo na vida fica impressionantemente claro. 
Transparente ficou para mim o quanto as viagens e passeios são importantes, recarregam energias. É combustível  para vencer desafios que a maravilhosa vida impõe. 
Enfim, consciente disso veio o questionamento - como retomar? De moto não seria mais possível por diversos motivos. Olhando fotos de viagens decidi: de carro, adoro estrada.
Qual carro? Teria que ser um apropriado para grandes viagens, grandes distâncias. De preferëncia para o meio do mato - ecoturismo puro. Um 4x4.
Enfim, depois de incontáveis testes drive ...
 Decidi e fui retirar o carro na garupa da moto de um grande companheiro de inúmeras viagens - Fuad Aidar e quem aperece para dar o aval... ele - o fascinante sol. 
Enfim, apresento a decisão:
 
NISSAN
X-TERRA
 Ou  XuXa
 E bora lá: Ilarilarie... ô... ô... ô
Estradas pra que te quero... e como quero.
Ahhh!! Um detalhe interessante, a placa da XuXa tem as letras KHV - Kareca, Hora de Viajar...


O Xterra é um utilitário esportivo da Nissan.
O Xterra chega em versão única, SE, recheada de equipamentos. Traz ar-condicionado, direção hidráulica, freios ABS e volante com regulagem de altura e distância. Além do nome Xterra (pronuncia-se "écs-terra"), o visual também reforça a ligação do carro com os caminhos que o asfalto não alcançou. Pára-choques e grande dianteira de plástico cinza, rack no teto - que conta com um cesto para transportar objetos -, estribos laterais, máscara no farol e tomada de ar sobre o capô dão o tom da conversa.
O Xterra vai bem no fora-de-estrada, apesar de perder pontos para o Defender 110, que além de contar com bloqueio do diferencial central leva vantagem nos ângulos de ataque e de saída - respectivamente, 51 e 34 graus para o Defender, contra 34 e 29 graus do Xterra. A tração 4x4, com a opção de reduzida, os 23,5 centímetros de altura em relação ao solo - 2 a mais que no rival - e o bom curso da suspensão permitem ao Xterra enfrentar terrenos irregulares, sem reclamar.
O 2.8 turbodiesel entrega 34,7 kgfm de torque, antes das 2000 rpm. Isso significa que o motorista conta com força suficiente para superar os obstáculos de uma trilha. Esse torque também ajuda numa rápida ultrapassagem na estrada. Nos testes de retomada, em nossa pista de testes, o Xterra se saiu bem. O jipe levou 6,5 segundos para ir de 40 a 80 km/h em terceira marcha, enquanto um Santana Jalapão, por exemplo, medido em janeiro deste ano, precisou de 8,1 segundos.
Na cidade, o desempenho não é tão elogiável. Apesar da boa marca de 14 segundos na aceleração de 0 a 100 km/h, o comportamento do carro não agradou. O Xterra utiliza a plataforma da Frontier cabine simples, mas é 32,9 centímetros menor, 10 mais largo e 24,3 mais alto. E a engenharia, quando projetou o utilitário, manteve a mesma suspensão da picape. Ou seja, braços triangulares independentes na dianteira e feixe de mola semi-elíptico na traseira. O resultado não poderia ser diferente: o Xterra pula feito uma Frontier. Ainda mais porque o acerto dado às molas e amortecedores é rígido, para oferecer segurança em curvas. Na picape, que tem caçamba, existe o argumento da necessidade de se transportar carga. Mas no Xterra não. E haja rim para suportar os solavancos em nossas ruas cheias de quebra-molas e buracos. A estabilidade, que agradou na terra, também ficou comprometida no asfalto.
As semelhanças com a Frontier se estendem para o interior da cabine. O painel de instrumentos é idêntico. No entanto, pela posição dos bancos, a ergonomia do Xterra fica mais bem resolvida. Tudo está à mão, com destaque para os comandos giratórios do ar-condicionado e para a alavanca do câmbio, que fica mais próxima do motorista que na picape. A iluminação em branco é agradável ao olhos. Para as viagens longas o Xterra oferece um descansa-braço central, que se abre em um porta-trecos. Há bastante espaço para quem viaja no banco de trás - ao contrário do que costuma ocorrer nas picapes de cabine dupla. O Xterra é generoso para as pernas, joelhos, ombros e cabeça dos ocupantes. Isso sem falar na vista, já que o banco traseiro fica em posição mais elevada que o dianteiro. A única reclamação que pode vir dos passageiros de trás - e isso não é exclusividade deles - é quanto ao elevado nível de ruído do motor. O turbodiesel canta como barítono em noite de estréia. Em ponto-morto, são 52 decibéis, com os vidros fechados. Em rotações mais elevadas, o ruído interno beira os 80 decibéis. Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Primeiros passos.

Este é o início de um projeto que busca auxiliar em caminhos diversos. Com o perdão da proposital amplitude empregada.                                                                     
Através de caminhos comuns, dividiremos muito além das peculiaridades existentes em cada um deles. Esperamos que notem e entendam as mensagens intrínsecas, subliliminares. 
Voltando aos caminhos, eles devem ser no sentido de dividirmos informações e dicas. 
Talvez sirva para conscientizar-nos de que juntos podemos muito, tudo, ou quase... (pelo menos no que se refere em dividir experiências, filosofias, ambientes e opiniões.)
Como todo bom projeto, deve haver um objetivo claro e para sedimenta-lo metas bem definidas a serem alcançadas .

Objetivo

Mostrar o quanto pessoas de mundos diferentes (filosofias, pontos de vista, crenças, classe social, etc.) podem harmoniozamente conviver e aproveitar o que de melhor a natureza (incluindo a humana) pode propiciar.

Metas  

1. Conscientização da necessidade de aceitação.
Que estejamos abertos, sermos capazes de aceitar quaisquer diferenças, sejam elas quais forem.
2. Amplo Respeito. Que ele seja maior que qualquer preconceito ou pré-conceito. Que diferenças sejam deixadas de lado de tal forma que possamos dividir experiências e ambientes de forma sublime.
3. Foco e atenção. Que sejamos capazes de caminharmos em direção ao objetivo definido.

Neste sentido mostraremos que, em se tratando da pura essência humana e da grande NATUREZA, diferenças caem por terra.
Começamos pela essência e pureza da natureza humana. Observe se em creches e berçários como crianças e bebês não são indiferentes uns aos outros. Afirmo: Não são, em nenhuma hipótese. Divagando ainda sobre a natureza, agora no contexto animal, nas savanas, com toda diversidade existente, notem como convivem.  Afirmo: em paz, com toda a diferença. (Só atacam para se alimentar)

Mostraremos ainda que em muitos de nossos paraísos podemos contar com extremos e a grandiosa natureza permanece inabalável. Será que por isso ela é chamada de mãe?

Proposital é o nome do blog: os extremos naturais. Mais proposital ainda é a definição e o enquadramento feito aos protagonistas: Aurélio de Oliveira - oito "E"  Tania Albareda - oitenta. Permitam-se notar o "E". Definitivamente não é erro. É um detalhe consciente buscando evidenciar um diferencial. Quanto as explicações sobre a questão, fazemos votos que sejam desnecessárias e que naturalmente entendam a mensagem intrínseca, conforme citado anteriormente.

Pé na estrada !
  
Conscientes da complexidade e das dificuldades para alcançar nosso objetivo, efetuaremos apontamentos com o intuito de auxiliar no sentido de que possam escolher o ambiente apropriado para exercitar sua sociabilização e aceitação. Para isso, antes mesmo de escolher qualquer um dos locais que apresentamos, é imprescínivel que desbrave um que somente você tem total acesso. Isto deve ser feito com a máxima consciência, enfim, ele é determinado, específico e único: Você mesmo! 

Quanto aos demais locais, sugerimos desbrava-los aos poucos e tendo na bagagem as metas e principalmente o objetivo aqui estipulado. Lembre-se de nunca esquecer de se lembrar (com o perdão da proposital e consciente redundância) do motivo de estar nestes lugares. Pode obter acesso a cada um deles através do menu/arquivo no canto esquerdo do Blog.

Sempre que possível e entendermos como interessante, faremos apontamentos sobre os locais frequentados. Chamaremos de Avaliação e ela será sempre pertinente ao(s) local(is) no(s) dia(s) em que acontece(m) o(s) passeio(s) e de acordo com parâmetros e pontos de vista pessoais, que naturalmente podem ser diferentes dos seus. 

1. Público - Tipo de frequência/moradores locais:
*           Paupérrimos, quase miseráveis
Se optar em conhecer locais com este tipo de enquadramento sugerimos exercitar o poder da adequação e principalmente estar preparado para doar-se. É perfeitamente possível que determinados tipos de riquezas ( natural/cultural) não sejam condizentes as condições sócio-econômica dos moradores da região. Exemplo: Vale do Jequitinhonha. Maiores detalhes sobre o exemplo dado acesse o link http://www.revistacontemporaneos.com.br/n4/pdf/jequiti.pdf
**         Humildes
***       Classe média
****     Alta classe 
*****   Miscelânea ( Tem de tudo um pouco.)

2. Belezas (naturais ou não) do local:
*           Feio
**         Comum
***        Belo
****      Lindo
*****    Miscelânea ( Tem de tudo um pouco.)

3. Distância ( Partindo da cidade de São Paulo )
*           100 a 500 km 
**         500 a 1000 km
***       1000 a 2000 km
****     2000 a 5000 km
*****   Acima de 5000 km

4. Hospedagem no local ou redondezas - 5 km
:- (        Nenhuma - Não há
*           Sem opção ( é lá ou lá )
**         Pouquíssimas opções ( 2 )
***       Poucas opções ( 3 a 5 )
****     Tem de tudo um pouco ( acima de 5 sem muita variedade )
*****   Tem de tudo ( acima de 5 e/ou com grande variedade )

5. Investimento/dia para conhecer local/região (estando lá):
$ - de 0 a 300
$$ - de 300 a 700
$$$ - de 700 a 1000
$$$$ - de 1000 a 3000
$$$$$ - acima de 3000

Lembramos que a intenção da avaliação é ajudar. Ressaltamos que são pontos de vista, oriundos de circunstâncias do momento e de parâmetros pessoais, os quais podem e devem ser diferentes dos seus. Somos únicos! Quanto as divergências, sejam elas quais forem, entendemos e as respeitamos. No mínimo, a avaliação é um incentivo para que conheça o local/lugar e tire as suas próprias conclusões.
Se for possível registra-la através de comentário no blog, agradecemos. Desta forma estará dividindo com todos os demais visitantes e será um prazer publica-la.

Aproveitamos para divulgar a nossa missão, a qual vem de encontro com o que foi anteriormente exposto: 

" Compartilhar, divulgar amplamente e despretensiosamente informações preciosas de lugares visitados (urbanos ou não). Desbravar caminhos capazes de unir extremos de forma consciente, com alegria, prazer e harmonia."

Boa não, excelente viagem!
"E" siga-nos rumo a felicidade.

domingo, 19 de abril de 2009

Histórias

Férias? Evolução? Definitivamente SIM.
Por livre e espontânea "necessidade" fiquei sem férias por um período ininterrupto de 8 anos.
Período em que me alimentava e respirava da/pela e para empresa.
Com alicerces sedimentados e com a empresa sadia, não havia mais a necessidade deste tipo de loucura (work a holic).
Meu sócio e amigo P.H. atentou-se a meu desequilíbrio e chamou-me para uma conversa.
Alertou e me conscientizou da situação. Orientou sobre os benefícios e a necessidade das férias. Recarregar energias, o quão positivo era voltar com força total e obter melhores resultados . 
Falei sobre a dificuldade de me desconectar e me sugeriu que fizesse algo extremamente novo, diferente, que me tirasse completamente da rotina... Que tal surf?
Comprei a idéia e uma prancha, coloquei-as no carro e parti em direção ao litoral norte. Estava animado e por consequência estendi o percurso que inicialmente era até Ubatuba para Ilha Bela.
Chegando lá notei a gafe. Ilha Bela realmente é um paraíso, não do surf.
Resultado: Fiquei 15 dias. Trabalhei pelo laptop e telefone em quase todos, ou seja, não desconectei.

Dividi a questão com outro amigo, Cláudio Ortiz e ele me recomendou comprar uma moto. Argumentou que para pilota-la teria obrigatóriamente que prestar atenção em tudo e a tudo. Sendo assim, estaria inevitavelmente conectado a ela e com o meio (estrada/rua). Seria improvável fugir a isso e impossível estar conectado com outra coisa ao mesmo tempo (moto X trabalho).
"Se não acontecesse, se eu conseguisse trabalhar enquanto pilotasse a moto, era melhor procurar um profissional (médico/psiquiatra). Talvez ele me ajudasse ou estudasse, porque não era nada normal ", comentou.
Achei pertinente e coerente a linha de raciocínio. Divagamos sobre outra questão à respeito do assunto: que estilo de moto eu deveria comprar? Aproveitamos que estavamos com outros amigos e perguntamos a todos. Speed / Custom ou Big trail?
Depois de divertidíssimas brincadeiras à respeito de minha conduta e da questão  chegaram a uma conclusão unânime: Big Trail.
 
Mais uma vez escutei conselhos de pessoas próximas e cuja intenção eram as melhores possíveis. Totalmente livre de interesses, ou melhor, com apenas um: ME AJUDAR.
Comprei então a primeira moto para esta finalidade - Super Ténéré 750 ( Még ) na loja Steel Horse. "Por acaso" ela estava patrocinando um passeio para Festa do Peão de Americana e fui convidado. Prontamente aceitei.
Dois dias depois, lá estava eu em minha primeira aventura de moto.
Durante a viagem conheci os amigos, hoje irmãos, Fuad Aidar Jr e Rogério Yapudjian.
Afirmo convictamente - ali comecei a deliciar a VIDA. Grandiosas histórias, curisosos e exuberantes lugares, fantásticas aventuras...

Seguem abaixo links que darão acesso a FOTOS e algo mais deste riquíssimo momento e de alguns outros:
1. Fotos de viagens - Aurélio
2. Divagações ou "viagens"?

Agradecimentos mais que especiais aos amigos P.H., Cláudio Ortiz, Rodrigo Tomei e a meus irmãos Fuad Aidar Jr e Rogério Yapudjian, responsáveis por minha inserção neste mundo maravilhoso.

Amir Klink ilustra em uma singela frase o que representa isto na vida de algumas pessoas, eu me incluo neste roll - aventureiros desbravadores.
“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar do calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos e não simplesmente como é ou pode ser... é preciso questionar o que se aprendeu. É preciso ir tocá-lo”.  Amyr Klink (Mar sem Fim)