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domingo, 15 de janeiro de 2012

Trip Atacama - São Paulo / Curitiba

Saimos da capital e não nos livramos do caótico trânsito. Ficamos parados na Rodovia Régis Bittencourt - BR 116,  por cerca de 40 minutos.
Bom para espairecer...

Pegamos chuva na estrada e infelizmente ficou claro o porque do apelido dado a estrada ( rodovia da morte ).
Passamos por no mínimo 8 acidentes e quase tivemos o nosso em uma curva devido a aquaplanagem.
Dica: Começou a chover e esta na Régis Bittencourt? Perfeito! Ótima hora para tomar um café, almoçar, jantar... PARE O CARRO.
 
Em Curitiba tivemos um pneu furado e por incrível que pareça havia trânsito também nas borracharias. Chegamos a ouvir que teríamos que esperar 4 horas.
Felizmente o furo era pequeno e depois de adentrarmos a 5 postos para enche-lo e três borracharias, na quarta conseguimos ser atendidos.

Enquanto o pneu era arrumado,

 
Nos divertíamos atentos a detalhes.

 
 O que dizer do poder de adaptação da natureza...


E somos presenteados com este pôr do sol...  forte e imponente.


 Paramos para jantar no restaurante Benedita em plena Rodovia  BR 277 km 254 em Irati.
Vale a pena conferir. Excelente custo x benefício.
 E nossa última parada do dia...
 
Agora tivemos mais que sorte, passava das 23 horas e encontramos uma borracharia 24 horas.

O preço do conserto foi acrescido de adicional noturno. Caríssimo.  
Resolvemos encerrar ali o dia. Encontramos um hotel na beira da estrada na região onde pernoitamos.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Trip Atacama - Rumo ao NADA? Com direito a TUDO.

Rumo ao fantástico NADA - Deserto do Atacama, Chile.

Fruto de várias "coincidências" e "conspirações" do universo,  o próximo tour apareceu, forte e imponente.
Em companhia de DUDU Barioni e RAULzinho partimos para esta grande viagem no sentido mais amplo possível da palavra.
Decidi que, de algum jeito, ANJOS e pessoas muito mais que queridas  iriam me acompanhar também nesta viagem de algum jeito. Entendo que me acompanharam e me acompanham até hoje na grandiosa luta para retomar a VIDA PLENA e não poderiam ficar de fora desta conquista. Quando me refiro a plenitude, declaro que viagens de aventura e respeito total ao meu espírito maior, O AVENTUREIRO fazem parte deste contexto.
Pensei em como isto seria possível e decidi efetuar a adesivagem da Xuxa (XTerra) e coloca-los todos ali comigo. (os possíveis)

As empresas/Mãe
Paulo H. Coelho da Fonseca, Fernando Dleizer, Felipe Assad, Fábio Panossian, Jairo Gomes, Pedro Spósito, Adriano Rosa, Fernando Moraes, Marcos Bezerra, Leonardo Falasca e todos os demais colaboradores.
Anjos/Amigos e Protetores
Clínica de Fisioterapia - Elizabete Medeiros

Vivenciar - Camila Majolo


Amigos/Irmãos
Factum Seguros - Fausto Spina

Intermodal importação e exportação - Rogério Yapudjian e Cristiano Macário



A Leda - Renatinho


Marketing Pessoal

SeuCoach.net - suporte pessoal/profissional

G.Q-A - Auditoria e controle. Minha ferramenta de reconquistas no trabalho.

Quem me deu segurança para embarcar nessa de carro.
ABS Mecânica - Anderson - Meu mecânico de extrema confiança.


Menção especial a pessoa que me dá liberdade para respirar e viver com intensidade e plenitude a vida: Tania Albareda.


Seguem fotos do trabalho realizado e da despedida de SP.

CriatividadeConscienteXAtitudesPositivas=PreciosasConquistas

Explorador - é aquele que explora. Verbo  explorar - (transitivo), tratar de descobrir, observar, pesquisar.
( Fonte: pt.wiktionary.org/wiki)
Ahhh! Notem os galões encima do carro. São para colocar combustível devido a falta de postos nos inóspitos arredores de San Pedro de Atacama.


Eu acredito na alma animal. Creo en la alma animal. I belive in soul animal.
Me pergunto: TENHO UMA ou algumas?
Pegando as "malas"... kkkkkk
Da esquerda para direita - Fuad Aidar Jr ( Fuódinha ), Luis Roberto (Nhonhokong), Raulzinho, Marcelo ( Dr. X ), Eu ( Careca ), Eduardo Barioni ( Dudu ) e Márcio Albuquerque ( Marcolinha )

sábado, 22 de outubro de 2011

Passeio - Paranapiacaba-SP (um pouco de história)



Paranapiacaba em tupi significa "de onde se avista o mar" e é fato. Bem na entrada da cidade há um mirante para se admirar o oceano. Para isso é necessário chegar cedo e óbviamente em um dia de sol com poucas nuvens.

A cidade é dividida em parte alta e parte baixa. Iniciaremos pela parte alta.
Paranapiacaba é distrito do município de Santo André, pertinho de São Paulo. Surgiu pela necessidade de instalar os funcionários da companhia inglesa de trens São Paulo Railway e foi escolhido por ser um ponto estratégico na Serra do Mar. 
Os funcionários que eram responsáveis pelo trecho de transporte de cargas entre Santos e São Paulo se estabeleceram ali e fizeram do local uma pequena Londres, com direito até a um "pequeno" Big Ben com o perdão da contradição.Há sim um Big Ben e também neblina, muita neblina. Neste sentido um pedaço de Londres.

As ruas são muito estreitas na parte alta. Na época em que foram construídas os meios de locomoção mais comuns eram cavalos e charretes.

A Igreja Matriz, também chamada de Alto da Serra, teve a liberação para a celebração de missas em 1884. Simplória, tem uma bela vista da parte baixa da cidade.
Parte Baixa.
Para chegar a parte baixa da cidade é aconselhável ir a pé, cerca de 800 metros. Deixe o carro na parte alta, próximo a igreja matriz. Caso opte em ir de carro, são cerca de 5 km de estrada esburacadíssima de terra.
Museu do Castelinho foi construída no final do século XIX para abrigar o engenheiro-chefe da companhia de trem.  Com uma vista privilegiada, dizem que o engenheiro ficava na janela fiscalizando os funcionários e todo o movimento do local.



Casas de Madeiras são típicas. Todos os funcionários da ferrovia moravam nelas.

 Simpáticos cães e cantarolantes pássaros estão por toda parte.
 Dizem que este foi o primeiro campo construído no Brasil. Sabemos que o futebol foi trazido por ingleses, será verdade? De qualquer forma, o detalhe é irrelevante para as crianças que se divertem no local.

 Se for do seu gosto, experimente a cachaça regional com cambuci.
Dica: Definitivamente Paranapiacaba não é um centro gastronômico. Procuramos delícias e penamos para encontrar o básico. Sugerimos estar preparado para a situação. Um bom lanche faz diferença.
Parceiros de passeio e colaboradores: Rogério e Sabina Yapudjian, Marcos "Antônio Nunes" e Amanda.

Avaliação.
É possível entender melhor o significado da avaliação indo até a publicação efetuada em Jul/11 - "Primeiros passos". O arquivo/menu do blog fica no canto superior esquerdo da página inicial.
Reiteramos que a avaliação é pertinente ao(s) local(is) no(s) dia(s) em que acontece(m) o(s) passeio(s) e de acordo com parâmetros e pontos de vista pessoais, que naturalmente podem ser diferentes dos seus. 
No mínimo, tal avaliação é um incentivo para que conheça o lugar e tire as suas próprias conclusões.
Se for possível registra-las através de comentário no blog, ficaremos gratos. Desta forma estará dividindo com todos os demais visitantes e será um prazer publicá-la.

Fique inteiramente a vontade. O espaço naturalmente é seu!  


1. Público - Tipo de frequência:
**         Humildes
2. Belezas (naturais ou não) do local:
**         Comum
3. Distância ( Partindo da cidade de São Paulo )
*           100 a 500 km 
4. Hospedagem no local ou redondezas - 5 km
***       Poucas opções ( 3 a 5 )
5. Investimento/dia para conhecer local/região:
$ - de 0 a 300
Lembramos que a intenção da avaliação é ajudar. Ressaltamos que são pontos de vista, oriundos de circunstâncias do momento e de parâmetros pessoais. Podem e devem haver divergências. Sejam elas quais forem, entendemos e as respeitamos. No mínimo, a avaliação é um incentivo para que conheça o local/lugar e tire as suas próprias conclusões.